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Antes de qualquer coisa, procure um profissional especializado!

sexta-feira, 15 de março de 2013

A Decisão

 Qual a Hora Certa?

Muitos casais preferem esperar a hora certa (estabilidade financeira, profissional e pessoal). 
Assim aconteceu conosco, ou melhor, comigo, pois se dependesse do meu marido nós já teríamos um time de futebol. kkkkk
No entanto, sabemos que os problemas materiais ou de saúde podem surgir a qualquer momento... e, felizmente, os bebês se desenvolvem muito bem, ainda que sob circunstâncias imperfeitas.
Moral da história: nossa vida não precisa ser irretocável!
Muitas mulheres sempre demonstraram o desejo de ser mãe; outras, encaram a gestação com certa dúvida.
Entre as mulheres na faixa dos 30 aos 40 anos, que construíram uma vida rica e satisfatória, a incerteza sobre a maternidade é mais do que natural. Estou nessa faixa etária (36 aninhos) e também me sinto assim: insegura!
Por isso decidi encarar a maternidade de frente... e o primeiro passo foi buscar informações sobre o assunto. Atualmente estou lendo o livro "Concepção e Gravidez depois dos 35 anos", com informações detalhadas do planejamento da gestação ao nascimento do bebê. Excelente obra, com linguagem clara e bastante atrativa! Essa e outras indicações bibliográficas podem ser acessadas AQUI.
 Estou me sentindo muito mais estimulada para dar os próximos passos rumo à concepção.
Claro que sempre rola aquela ansiedade, medo de não conseguir engravidar logo, ou de ter complicações na gestação, aborto espontâneo, precisar consultar especialista em fertilização... muitas nóias surgem!
O importante é manter o foco, ser positiva e não ficar triste quando as primeiras tentativas não alcançarem o êxito esperado: a tão sonhada gravidez.
Todavia, é preciso ser realista! A gravidez exigirá mudanças profundas em seu estilo de vida, assim como o exercício da maternidade. 
 Cuidar de um filho implicará em perda significativa de liberdade, o que poderá ser difícil de assimilar, especialmente se tiver um alto nível de independência. Os bebês exigem muito e são imprevisíveis. No entanto, ele retribuirá seu amor fazendo-a sentir a pessoa mais especial do mundo. 
E isso não tem preço!
As coisas a que dedicamos mais atenção costumam ser as que valorizamos e consideramos mais enriquecedoras.

 Agora, a pergunta que não quer calar: 
Você está pronta para ser Mãe?

 Como estão sua saúde física e mental?
Você tem experiência com crianças?
Ter um filho é prioridade para você e seu parceiro?
Quanta energia você investe na carreira?
Dá para incluir uma criança em seus passatempos?
Você está preparada financeiramente?

 Estas e outras perguntas devem ser respondidas com muita clareza e honestidade.
Afinal, a maternidade deve ser a experiência mais gratificante e alegre da vida, porém exige investimento de tempo, dinheiro e emoções.

Teste – Você acha que está preparada para ser mãe?

Tente responder com sinceridade se concorda ou não com cada uma das reflexões abaixo, e se reconhece nelas, ou não, alguma importância para a experiência de ser mãe. Para cada alternativa, marque SIM, NÃO ou TALVEZ.

Eu comigo:

a) Sei me posicionar diante do que preciso e desejo, mas também sei ser flexível diante das dificuldades e impossibilidades.
b) Estou preparada emocionalmente para me colocar em segundo plano e mudar minhas prioridades. Entendo que tudo poderá ser transformado a partir da experiência de ser mãe.
c) Meus projetos pessoais e profissionais talvez precisem ser repensados. Quando o bebê chegar vou precisar tratar, de forma diferente, questões como tempo, dinheiro, planejamentos e assim por diante.

Eu e o bebê:

a) Estou preparada para ser um modelo de pessoa para meu filho.
b) Já entendi que a relação com meu bebê me modificará de maneiras que ainda nem consigo imaginar, mas sei que fará me rever e me reinventar enquanto mulher e ser humano.
c) Ser uma boa mãe não é ser perfeita nem o tempo todo presente. Quero saber dosar o tempo (com qualidade) que vou destinar ao meu filho, aos meus relacionamentos e a mim mesma.

Eu com meu companheiro:

a) Nossa relação conjugal é firme o suficiente para sobreviver ao inevitável bombardeio causado pela chegada dos filhos.
b) Estamos cientes de que as privações de sono e o cansaço físico minarão nossa harmonia sexual e conjugal (pelo menos temporariamente).
c) Sabemos que o casamento não necessariamente determina as mudanças em relação à forma como vivemos nossas vidas, mas que a chegada dos filhos causa a necessidade de nos responsabilizarmos de verdade.

Eu com os outros:

a) Tem alguém, na minha rede de relacionamentos, que está disposto a me aceitar, a não me julgar, a me ajudar, e é flexível entre o apoio que me oferece e o que de mim recebe.
b) Tem alguém (parceiro ou pessoa próxima) que está pronto para tentar me compreender e me ajudar a aceitar as mudanças físicas, biológicas, hormonais e psicológicas.
c) Todas as relações humanas são ditadas por contratos sociais, ora verbais ora não verbais. Em qualquer relacionamento mais intenso, há que se reconhecer e priorizar o que precisamos, analisar se estamos pedindo para a pessoa certa, e comunicar o que esperamos, com abertura para ouvir o outro e ser flexível. Geralmente consigo me comunicar bem sobre o que e como espero ser ajudada.

Eu e o mundo:

a) Meu trabalho e minhas prioridades profissionais talvez sofram modificações, pelo menos temporariamente, e aceito que o meu foco mude, enquanto for necessário.
b) Se preciso for, em prol da minha relação com meu filho, posso examinar outras oportunidades e possibilidades de projetos – pessoais ou profissionais.
c) Estar no mundo tem tanto a ver com minha carreira, quanto com outras atividades que vão além do cuidado do bebê.

Como calcular:
Marque 2 pontos para cada SIM, 0 ponto para cada NÃO e 1 ponto para cada TALVEZ. Depois, some os pontos e confira o resultado. Mas, lembre-se: este teste é apenas um indicativo de que algumas coisas precisam ser levadas em conta. Por isso, é importante refletir melhor sobre as questões marcadas com o NÃO e o TALVEZ.

Resultados:

Sim (22 a 30 pontos)

Tudo indica que você está bastante consciente sobre o que a chegada de um bebê pode acarretar na sua experiência pessoal, na sua relação conjugal e com os outros, e está aberta para as acomodações que provavelmente serão necessárias. Mesmo assim, saiba que tudo pode ainda vir a ser diferente do que você imagina. O importante é lembrar que você não precisa fazer tudo sozinha. Informe-se e lembre-se de compartilhar as delícias e os desafios com pessoas que possam te apoiar.

Talvez (10 a 21 pontos)

Parece que você já tem alguma ideia das possíveis dificuldades desse processo de virar mãe. Mas há ainda algumas questões importantes que talvez não tenha considerado. Olhe com mais atenção para as reflexões nas quais você marcou “não”, e tente visualizar melhor o que está faltando para que haja espaço e estrutura para a chegada de um bebê.

Não (0 a 9 pontos)

Calma, vamos lembrar que nada disso quer dizer que você não está preparada, ou que não nasceu para isso. É bem possível que você nunca tenha levado em conta aspectos mais reais e, talvez, dolorosos da experiência de ser mãe. Mas ainda dá tempo de se preparar com mais objetividade. Converse com outras mães, leia livros, revistas e, se preciso, procure profissionais especializados, como psicólogos, doulas, pediatras ou obstetras.
* TESTE ELABORADO PELAS PSICÓLOGAS SHEILA SKITNEVSKY-FINGER E TANIA NOVINSKY HABERKORN, SÓCIAS-FUNDADORAS DO INSTITUTO MÃE PESSOA, EM SÃO PAULO.

Seguem outros testes encontrados na internet. 
Basta clicar nas imagens para ser redirecionado(a) ao site.
 




 Até a próxima postagem! Fiquem com Deus e beijo grande no coração.
 
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